CBF barra camisa vermelha da Seleção Brasileira e veta uso de “Brasa” para a Copa de 2026

Raniely Carvalho
4 min Read

A decisão já é oficial: CBF barra camisa vermelha da Seleção Brasileira e também proíbe o uso do termo “Brasa” nos uniformes da equipe para a Copa do Mundo de 2026.

A confirmação veio do presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Xaud, em entrevista à ESPN. A medida reverte decisões da gestão anterior e reforça uma mudança clara de posicionamento institucional.

Por que a CBF decidiu barrar a camisa vermelha?

Segundo Samir Xaud, a escolha foi baseada na preservação da identidade histórica da Seleção Brasileira. A proposta de um uniforme vermelho havia sido aprovada anteriormente, ainda na gestão de Ednaldo Rodrigues.

No entanto, a nova diretoria optou por interromper a mudança.

“Barramos a camisa vermelha por conta de identidade e cultura.”

A decisão reforça o compromisso da entidade com a tradição da chamada “Amarelinha”, símbolo histórico do futebol brasileiro.

“Brasa” também foi vetado dos uniformes

Além da questão visual, outro ponto importante da decisão foi a proibição do uso do termo “Brasa”.

A expressão vinha sendo utilizada em campanhas da Nike, fornecedora oficial da Seleção, como uma tentativa de aproximar a comunicação da linguagem popular.

Mesmo assim, o presidente foi direto:

“Tranquilizo a nação brasileira que não vai ter ‘Brasa’ no nosso uniforme.”

Com isso, fica definido que o nome oficial “Brasil” continuará sendo o único utilizado nas peças da equipe.

Uniforme amarelo foi aprovado, mas gerou polêmica

Embora a camisa principal amarela tenha sido bem recebida visualmente, um detalhe específico gerou forte reação negativa.

O termo “Brasa” apareceu:

  • No meião
  • Na parte interna da camisa
  • Em destaque nas costas de uniformes de treino

A estratégia de marketing não foi bem aceita por parte dos torcedores.

Reação da torcida nas redes sociais

A rejeição ao termo foi imediata. Nas redes sociais, torcedores questionaram a autenticidade do apelido e criticaram a tentativa de inseri-lo na cultura do futebol.

Entre os comentários:

  • “Nunca ouvi ninguém gritar ‘Vai, Brasa’ na vida.”
  • “A camisa amarela tá ok, mas isso aí não faz sentido.”
  • “Isso não representa o torcedor brasileiro.”

A repercussão negativa reforçou o cenário que levou à decisão: CBF barra camisa vermelha da Seleção Brasileira e também elimina o uso do apelido nos uniformes.

“Brasa” já foi usado antes?

Apesar da rejeição atual, o termo não é totalmente inédito.

Ele já apareceu em:

  • Publicações oficiais da própria CBF desde 2022
  • Campanhas digitais e redes sociais
  • Conteúdos do Comitê Olímpico do Brasil durante a Olimpíada de 2024

Ainda assim, nunca se consolidou como um grito popular ou identidade forte entre torcedores.

O que muda para a Seleção Brasileira em 2026

Com a decisão, o cenário fica definido:

  • Uniformes seguirão padrão tradicional
  • Nome “Brasil” será mantido
  • Mudanças consideradas radicais serão evitadas

A medida indica uma gestão mais conservadora na construção da imagem da Seleção.

Decisão reforça posicionamento institucional

Ao optar por barrar alterações visuais e linguísticas, a atual gestão busca alinhar a marca da Seleção com elementos históricos e reconhecidos pelo público.

Na prática, CBF barra camisa vermelha da Seleção Brasileira para evitar ruptura com símbolos consolidados, uma decisão que mistura futebol, identidade cultural e percepção pública.

A Seleção Brasileira terá camisa vermelha?

Não. A CBF decidiu barrar a proposta e manter as cores tradicionais.

O termo “Brasa” será usado?

Não. O uso foi vetado e o uniforme seguirá com “Brasil”.

Quem tomou a decisão?

O presidente da CBF, Samir Xaud.

A camisa amarela mudou?

O design foi aprovado, mas detalhes como “Brasa” foram criticados e rejeitados.

“Brasa” já foi usado antes?

Sim, principalmente em campanhas digitais desde 2022, mas nunca se popularizou entre torcedores.

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Raniely Carvalho é jornalista, fundadora e editora-chefe do Portal Raniely Carvalho. Natural de Boa Vista (RR), é formada pela Faculdade Atual da Amazônia e pela Estácio de Roraima. Com registro profissional (DRT 421/RR), atua há anos como repórter em emissoras locais e produz conteúdo focado em jornalismo regional, segurança pública e temas de interesse social.
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