Foragida presa na Guiana: mulher é suspeita de roubo e de fazer funcionária refém em Manaus

Redação
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Uma foragida presa na Guiana era procurada pela Justiça do Amazonas por suspeita de participar de um roubo a uma loja de produtos importados em Manaus. Cristiane Nunes Dourado, de 36 anos, foi localizada nesta quinta-feira (23), em Lethem, cidade guianense localizada na fronteira com o Brasil.

Segundo as investigações, Cristiane teria participado de uma ação criminosa realizada por um grupo armado em março de 2026. Durante o roubo, relógios de alto valor foram levados e uma funcionária do estabelecimento foi mantida como refém.

A prisão da foragida presa na Guiana ocorreu durante uma ação conjunta da Guarda Civil Municipal de Bonfim, no Norte de Roraima, com a polícia de Lethem. A reportagem tenta localizar a defesa da investigada.

Foragida presa na Guiana teria fugido de Boa Vista ao descobrir investigação

O paradeiro de Cristiane foi identificado durante uma investigação conduzida pelas Polícias Civis do Amazonas e de Roraima.

Investigada vivia na capital de Roraima

Conforme apurado pela Rede Amazônica, Cristiane estava morando em Boa Vista antes de seguir para o território guianense.

A suspeita é de que ela tenha atravessado a fronteira depois de descobrir que havia uma ordem de prisão expedida contra ela pela Justiça do Amazonas.

Prisão ocorreu em Lethem

A investigada foi localizada em Lethem, cidade que faz fronteira com o município de Bonfim, em Roraima.

A prisão contou com a participação de agentes da Guarda Civil Municipal de Bonfim e das forças de segurança guianenses.

Não foram divulgados detalhes sobre o procedimento que será adotado para a transferência da suspeita ao Brasil.

Funcionária foi mantida refém durante roubo em Manaus

O crime investigado ocorreu em março de 2026, em uma loja especializada na venda de produtos importados na capital amazonense.

Segundo a decisão da Justiça do Amazonas, Cristiane teria atuado com outros integrantes de um grupo armado.

Criminosos levaram relógios de alto valor

Durante a ação, os suspeitos roubaram relógios considerados de alto valor.

Uma funcionária foi rendida e mantida sob o controle do grupo enquanto o roubo era executado.

A polícia apura qual teria sido a participação de cada integrante na abordagem à vítima e na retirada dos produtos da loja.

Dois suspeitos foram presos em flagrante

Na época do crime, dois homens apontados como participantes do roubo foram presos em flagrante pela Polícia Militar.

A investigação também menciona um quarto envolvido, que ainda não foi identificado pelas autoridades.

Foragida presa na Guiana

Justiça apontou ação planejada e coordenada

Ao decretar a prisão preventiva de Cristiane, a magistrada responsável pelo caso considerou que o grupo teria agido de maneira planejada, coordenada e integrada.

A decisão também apontou a necessidade de evitar que a investigada dificultasse a identificação do quarto suspeito.

Prisão preventiva não representa condenação

A prisão preventiva é uma medida cautelar decretada antes do julgamento.

Ela pode ser determinada para proteger a investigação, evitar a fuga da pessoa investigada, impedir novos crimes ou garantir a aplicação da lei penal.

Cristiane ainda não foi condenada pelo caso. A responsabilidade criminal será definida durante o processo, com direito à defesa e à apresentação de provas.

Por quais crimes a investigada pode responder?

A definição dos crimes da foragida presa na Guiana dependerá da denúncia apresentada pelo Ministério Público e da análise das provas reunidas durante a investigação.

Pelas circunstâncias descritas, o caso pode envolver roubo com causas de aumento de pena, como atuação conjunta, emprego de arma de fogo e restrição da liberdade da vítima.

Roubo com restrição da liberdade da vítima

O Código Penal prevê aumento de pena quando, durante o roubo, o criminoso mantém a vítima sob seu poder e restringe a liberdade dela.

No caso investigado da foragida presa na Guiana, uma funcionária teria sido mantida como refém enquanto o grupo roubava os relógios.

O roubo com restrição da liberdade da vítima é tratado pela legislação como crime hediondo.

Uso de arma de fogo pode aumentar a pena

O uso de arma de fogo durante um roubo também pode elevar a punição prevista.

A aplicação desse aumento depende da comprovação do emprego da arma durante o crime e da participação atribuída a cada investigado.

A legislação também classifica como hediondo o roubo circunstanciado pelo emprego de arma de fogo.

Participação de várias pessoas será analisada

A investigação aponta que ao menos quatro pessoas podem ter participado da ação.

Além do roubo, as autoridades deverão apurar se houve associação criminosa ou outro delito relacionado à organização do grupo.

A eventual aplicação dessas acusações dependerá das provas e da decisão da Justiça.

O que deve acontecer após a prisão na Guiana?

Como a investigada foi localizada fora do território brasileiro, as autoridades deverão adotar os procedimentos de cooperação internacional necessários para que ela responda ao processo no Brasil.

Transferência depende de trâmites legais

A condução de uma pessoa presa em outro país não ocorre automaticamente.

O procedimento pode envolver comunicação entre autoridades policiais, judiciais e diplomáticas, além da análise das regras vigentes entre Brasil e Guiana.

Mandado foi expedido pela Justiça do Amazonas

Cristiane era procurada em razão de uma ordem de prisão preventiva expedida no processo que investiga o roubo ocorrido em Manaus.

Após ser apresentada às autoridades brasileiras, ela deverá passar pelos procedimentos judiciais previstos para o cumprimento do mandado.

Resumo do caso

Informação Detalhes
Investigada Cristiane Nunes Dourado
Idade 36 anos
Local da prisão Lethem, na Guiana
Data da prisão Quinta-feira (23)
Crime investigado Roubo a uma loja de produtos importados
Local do crime Manaus, Amazonas
Data do crime Março de 2026
Produtos roubados Relógios de alto valor
Vítima Funcionária mantida refém
Outros envolvidos Dois presos e um quarto suspeito ainda não identificado
Forças envolvidas na prisão Guarda Municipal de Bonfim e polícia de Lethem
Situação Presa por mandado judicial; ainda não condenada

Quem é a foragida presa na Guiana?

A mulher foi identificada como Cristiane Nunes Dourado, de 36 anos. Ela era procurada pela Justiça do Amazonas.

Por que Cristiane era procurada?

Ela é suspeita de participar de um roubo a uma loja de produtos importados em Manaus, ocorrido em março de 2026.

Onde a suspeita foi presa?

Cristiane foi presa em Lethem, na Guiana, cidade localizada na fronteira com o município de Bonfim, em Roraima.

O que foi roubado da loja?

Segundo a investigação, o grupo levou relógios considerados de alto valor.

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Conteúdo elaborado pela Direção de Redação do Portal Raniely Carvalho, com produção realizada por equipe graduada e especializada, seguindo critérios técnicos e editoriais.
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