A denúncia de descaso no HGR ganhou repercussão após familiares de Mágila Ferreira de Sousa relatarem que a paciente, recém transferida da Maternidade para o Hospital Geral de Roraima, estaria recebendo atendimento inadequado e em condições indignas.
Segundo os familiares, a mulher passou por cirurgia recentemente e, mesmo debilitada, não foi acomodada em um leito adequado, permanecendo em uma maca sem colchão.
Paciente recém-operada aguarda leito em maca sem colchão
Os relatos enviados ao Portal afirmam que, no momento da transferência, a equipe informou que Mágila ficaria em um leito no HGR. No entanto, horas depois, ela continuava em uma maca improvisada, sem colchão e sem qualquer estrutura mínima de conforto situação que reforça as queixas de descaso no HGR.
Família afirma que a paciente sente fortes dores, consequência da cirurgia e do tempo prolongado em uma superfície rígida.
Falta de acompanhante agrava indignação dos familiares
Outro ponto da denúncia é a ausência de acompanhante, mesmo a paciente estando em condição vulnerável e necessitando de auxílio constante.
A legislação garante o direito a acompanhante para pacientes em pós-operatório, especialmente mulheres, idosos e pessoas com mobilidade reduzida — o que torna mais grave o caso de descaso no HGR relatado pela família.
Família cobra providências urgentes da unidade hospitalar
Os familiares pedem que o HGR:
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disponibilize um leito adequado;
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permita a entrada de um acompanhante;
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garanta analgesia e cuidados pós-operatórios;
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ofereça suporte humanizado.
Eles afirmam que o mínimo esperado é que o hospital assegure dignidade, segurança e respeito à paciente — e alertam que continuar ignorando a situação configura grave descaso no HGR.
HGR volta a ser alvo de denúncias
Não é a primeira vez que o Hospital Geral de Roraima enfrenta reclamações sobre:
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superlotação;
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falta de leitos;
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pacientes em macas nos corredores;
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demora no atendimento;
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ausência de acompanhantes;
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déficit de profissionais.
O caso de Mágila abre o debate sobre a necessidade de melhorias estruturais e administrativas na unidade, reforçando a percepção de descaso no HGR, como relatado por diversas famílias.
Qual é a denúncia principal da família?
Que Mágila, recém-operada, permanece em uma maca sem colchão e sem acompanhante.
A paciente tem direito a acompanhante?
Sim. Pacientes debilitados e em pós-operatório têm direito previsto em lei.
A situação pode ser classificada como descaso no HGR?
Os relatos apontam falhas graves na assistência, reforçando a denúncia de descaso no HGR.
A família procurou a direção do hospital?
Sim, e cobra providências imediatas.
O caso já recebeu resposta oficial?
Até o momento desta publicação, não houve nota oficial do HGR.
