Familiares denunciam descaso no HGR durante atendimento a paciente transferida da Maternidade

Raniely Carvalho
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A denúncia de descaso no HGR ganhou repercussão após familiares de Mágila Ferreira de Sousa relatarem que a paciente, recém transferida da Maternidade para o Hospital Geral de Roraima, estaria recebendo atendimento inadequado e em condições indignas.

Segundo os familiares, a mulher passou por cirurgia recentemente e, mesmo debilitada, não foi acomodada em um leito adequado, permanecendo em uma maca sem colchão.

Paciente recém-operada aguarda leito em maca sem colchão

Os relatos enviados ao Portal afirmam que, no momento da transferência, a equipe informou que Mágila ficaria em um leito no HGR. No entanto, horas depois, ela continuava em uma maca improvisada, sem colchão e sem qualquer estrutura mínima de conforto  situação que reforça as queixas de descaso no HGR.

Família afirma que a paciente sente fortes dores, consequência da cirurgia e do tempo prolongado em uma superfície rígida.

Falta de acompanhante agrava indignação dos familiares

Outro ponto da denúncia é a ausência de acompanhante, mesmo a paciente estando em condição vulnerável e necessitando de auxílio constante.

A legislação garante o direito a acompanhante para pacientes em pós-operatório, especialmente mulheres, idosos e pessoas com mobilidade reduzida — o que torna mais grave o caso de descaso no HGR relatado pela família.

Família cobra providências urgentes da unidade hospitalar

Os familiares pedem que o HGR:

  • disponibilize um leito adequado;

  • permita a entrada de um acompanhante;

  • garanta analgesia e cuidados pós-operatórios;

  • ofereça suporte humanizado.

Eles afirmam que o mínimo esperado é que o hospital assegure dignidade, segurança e respeito à paciente — e alertam que continuar ignorando a situação configura grave descaso no HGR.

HGR volta a ser alvo de denúncias

Não é a primeira vez que o Hospital Geral de Roraima enfrenta reclamações sobre:

  • superlotação;

  • falta de leitos;

  • pacientes em macas nos corredores;

  • demora no atendimento;

  • ausência de acompanhantes;

  • déficit de profissionais.

O caso de Mágila abre o debate sobre a necessidade de melhorias estruturais e administrativas na unidade, reforçando a percepção de descaso no HGR, como relatado por diversas famílias.

Qual é a denúncia principal da família?

Que Mágila, recém-operada, permanece em uma maca sem colchão e sem acompanhante.

A paciente tem direito a acompanhante?

Sim. Pacientes debilitados e em pós-operatório têm direito previsto em lei.

A situação pode ser classificada como descaso no HGR?

Os relatos apontam falhas graves na assistência, reforçando a denúncia de descaso no HGR.

A família procurou a direção do hospital?

Sim, e cobra providências imediatas.

O caso já recebeu resposta oficial?

Até o momento desta publicação, não houve nota oficial do HGR.

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Raniely Carvalho é jornalista, fundadora e editora-chefe do Portal Raniely Carvalho. Natural de Boa Vista (RR), é formada pela Faculdade Atual da Amazônia e pela Estácio de Roraima. Com registro profissional (DRT 421/RR), atua há anos como repórter em emissoras locais e produz conteúdo focado em jornalismo regional, segurança pública e temas de interesse social.
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