O empresário Rodrigo Cataratas publicou nas redes sociais um apelo público em defesa dos garimpeiros presos na Guiana.
Na mensagem, ele convoca senadores, deputados estaduais, deputados federais e o governador de Roraima a se posicionarem de forma conjunta sobre o caso.
Rodrigo afirma que a situação ultrapassa disputas partidárias e trata da “dignidade do trabalhador brasileiro” detido em território estrangeiro.
Segundo ele, esse é o momento de mostrar quem realmente está ao lado dos garimpeiros e de suas famílias.
“Vou citar publicamente quem colaborar”, escreveu o empresário, em tom direto.
Empresário diz que já gastou R$ 40 mil com despesas dos garimpeiros
No apelo, Rodrigo relata que já desembolsou cerca de R$ 40 mil com:
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fianças;
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custos de assessoria jurídica;
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despesas de deslocamento e logística.
Ele afirma que as necessidades continuam e que os valores usados até agora não são suficientes para sustentar a assistência aos garimpeiros presos na Guiana, principalmente em um contexto de longa permanência em unidade prisional fora do Brasil.
PIX divulgado para doações e apoio direto
Rodrigo Cataratas divulgou uma chave Pix para quem quiser colaborar com os custos da assistência.
Os dados informados por ele são:
PIX para contribuição imediata
Chave: 00167016237
Nome: Irlana Nogueira Queiroz
O empresário diz que pretende dar transparência ao uso dos recursos e reforça que o foco é ajudar na defesa e na manutenção mínima dos detidos.
“É hora de provar quem defende o trabalhador”, diz Rodrigo
No vídeo e nos textos publicados, Rodrigo volta a mencionar diretamente autoridades de Roraima.
Ele cita parlamentares e o chefe do Executivo estadual e pede posicionamento público.
A fala tem tom de cobrança.
Segundo ele, o caso dos garimpeiros presos na Guiana exige articulação política, não apenas apoio financeiro pontual.
Relembre o caso dos garimpeiros presos na Guiana
Os garimpeiros presos na Guiana fazem parte de um grupo de 30 brasileiros detidos em operação contra extração ilegal de ouro em área de floresta.
Entre eles, 28 são homens e duas são mulheres.
De acordo com relatos enviados ao Brasil, os detidos dividem espaço reduzido em uma cela, com pouca ventilação e condições precárias.
O grupo afirma que:
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dorme em área superlotada;
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tem acesso limitado a alimentação básica, como pão e água;
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utiliza garrafas plásticas para necessidades fisiológicas, por falhas no banheiro da cela;
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enfrenta mau cheiro constante e falta de higiene adequada.
Alguns relatam que foram contidos com braçadeiras durante o período de custódia.
As imagens divulgadas mostram ambiente abafado e relatos de desespero.
Até o momento, autoridades guianenses não divulgaram detalhes oficiais sobre prazos de processo, condições de prisão ou possíveis acordos.
Como o caso chegou à opinião pública
O episódio ganhou repercussão quando vídeos gravados de dentro da unidade prisional começaram a circular em grupos de mensagens e páginas de Roraima.
Os registros mostram parte do grupo de brasileiros relatando as dificuldades e pedindo ajuda.
A partir daí, familiares passaram a buscar apoio na fronteira, em Boa Vista e em lideranças políticas do estado.
Com o engajamento de figuras como Rodrigo Cataratas, o tema passou a entrar em debates públicos sobre:
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direitos de brasileiros detidos no exterior;
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responsabilidade do Estado brasileiro na assistência consular;
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limites da atuação em casos ligados a garimpo ilegal.
Apoio jurídico e pressão diplomática
O apelo do empresário cita gastos com equipe jurídica, o que indica que parte dos garimpeiros presos na Guiana já conta com algum tipo de representação formal.
A atuação de advogados nos dois países é vista como necessária para acompanhar:
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andamento dos processos criminais;
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possibilidade de fiança;
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acordos;
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eventuais deportações.
Ao mesmo tempo, famílias e apoiadores pressionam por atuação do Itamaraty e de parlamentares da bancada de Roraima, com o objetivo de reforçar o atendimento consular e acompanhar a situação de saúde e integridade dos detidos.
Reação nas redes e mobilização em Roraima
As postagens de Rodrigo geraram comentários de apoio, pedidos de mais detalhes e relatos de familiares que também têm parentes envolvidos em garimpo em área de fronteira.
Parte do público defende ajuda ampla aos garimpeiros presos na Guiana, enquanto outra parcela critica a prática do garimpo ilegal, mesmo em contexto de vulnerabilidade social.
A mobilização continua on-line, com compartilhamento da chave Pix e pedidos para que o tema não seja esquecido.
Quem é Rodrigo Cataratas?
É um empresário de Roraima que se apresenta como apoiador de trabalhadores ligados ao garimpo e vem atuando na articulação em favor dos detidos na Guiana.
O que ele está pedindo?
Ajuda financeira e apoio político direto aos garimpeiros presos na Guiana, além do engajamento de senadores, deputados e do governador.
Quanto ele afirma já ter gasto?
Rodrigo relata que já usou cerca de R$ 40 mil com fianças, serviços jurídicos e logística relacionada aos presos.
Qual é a chave Pix divulgada?
Chave: 00167016237
Nome: Irlana Nogueira Queiroz.
Por que os garimpeiros foram presos na Guiana?
Eles são suspeitos de envolvimento com extração ilegal de ouro em território guianense. O caso envolve fiscalização em área de floresta próxima à fronteira.
Em que condições os garimpeiros presos na Guiana estão, segundo relatos?
Relatos citam cela superlotada, pouca comida, uso de garrafas para necessidades fisiológicas e ambiente com mau cheiro.
Há atuação do governo brasileiro no caso?
Há expectativa de acompanhamento consular, porém ainda não há detalhes públicos amplos sobre negociações ou medidas oficiais em andamento.
