Sargento salva moradores de incêndio e evita tragédia durante disputa familiar em Alto Alegre

Raniely Carvalho
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Sargento salva moradores de incêndio. Ele estava de folga e mesmo assim impediu que um incêndio se transformasse numa tragédia grave na tarde deste sábado (22), no município de Alto Alegre. O fogo atingiu uma casa localizada na Rua Paredão, no Centro, e se espalhava rapidamente quando o sargento salva moradores de incêndio ao entrar no imóvel tomado pela fumaça e retirar pessoas que passavam mal.

A atuação do SGT PM Phablo Augusto Garcia de Melo foi decisiva, principalmente porque Alto Alegre não possui unidade do Corpo de Bombeiros. Graças à intervenção rápida, o fogo foi controlado antes que atingisse as casas vizinhas, muitas delas construídas em madeira.

Sargento salva moradores de incêndio ao entrar na casa em chamas

Segundo o Boletim de Ocorrência, o militar estava de folga quando percebeu a correria de vizinhos que tentavam apagar o fogo usando baldes de água. Imediatamente, estacionou o veículo, correu até o local e entrou na residência completamente tomada pela fumaça.

Lá dentro, o sargento salva moradores de incêndio retirando pessoas que já sentiam os efeitos do calor e da inalação de fumaça. Ele também organizou as ações iniciais, coordenou populares e evitou que as chamas se alastrassem para o restante da rua.

Moradores afirmaram que, sem a intervenção do militar, o fogo teria alcançado imóveis vizinhos, o que poderia ter causado uma tragédia ainda maior.

Disputa por herança pode ter motivado incêndio

Testemunhas relataram que o imóvel é dividido entre dois irmãos:

  • Gecivaldo Pinheiro da Silva,

  • Sinvaldo Pinheiro Sobrinho.

Segundo familiares, Gecivaldo demonstrava comportamento agressivo nos últimos dias e já havia discutido sobre o imóvel. A suspeita inicial é de que o incêndio tenha ligação com conflitos familiares envolvendo herança.

No dia anterior, ele teria discutido com parentes e mostrado irritação ao falar sobre a divisão do patrimônio.

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Muitos objetos foram perdidos

Fogo se espalhou rapidamente e destruiu a residência

Populares que auxiliaram no combate informaram que o fogo tomou conta da casa em poucos minutos. O calor era extremamente intenso e havia risco real de o incêndio atingir outras residências próximas.

Fotos registradas por moradores foram anexadas ao Boletim de Ocorrência, reforçando a gravidade da situação.

Suspeito desaparece e polícia inicia buscas

Após o incêndio, Gecivaldo Pinheiro da Silva não foi mais visto. A Polícia Militar realizou buscas na região, mas o homem não foi localizado.

A Delegacia de Alto Alegre ficou responsável por conduzir a investigação, que deve apurar:

  • se houve incêndio criminoso,

  • motivação relacionada à disputa de herança,

  • depoimentos de vizinhos e familiares.

A cidade aguarda esclarecimentos, enquanto o caso repercute nas redes sociais e reacende o debate sobre violência doméstica e conflitos familiares.

Heroísmo de militar fora de serviço chama atenção

A ação do sargento viralizou entre moradores. Em um município sem Corpo de Bombeiros, a rapidez com que o sargento salva moradores de incêndio foi fundamental para impedir uma tragédia de grandes proporções.

A Polícia Militar destacou que o militar agiu seguindo protocolos de segurança e colocando sua própria vida em risco para salvar outras pessoas.

O que causou o incêndio em Alto Alegre?

A principal suspeita é um conflito familiar relacionado a herança entre dois irmãos.

O sargento realmente entrou na casa em chamas?

Sim. Testemunhas e o B.O. confirmam que ele entrou no imóvel tomado por fumaça para retirar moradores.

Alguém ficou ferido?

Algumas pessoas passaram mal devido à fumaça, mas nenhuma morte foi registrada.

O suspeito foi preso?

Ainda não. Gecivaldo Pinheiro da Silva está desaparecido e segue sendo procurado.

Alto Alegre tem Corpo de Bombeiros?

Não. Isso tornou a ação do militar ainda mais importante para controlar o incêndio.

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Raniely Carvalho é jornalista, fundadora e editora-chefe do Portal Raniely Carvalho. Natural de Boa Vista (RR), é formada pela Faculdade Atual da Amazônia e pela Estácio de Roraima. Com registro profissional (DRT 421/RR), atua há anos como repórter em emissoras locais e produz conteúdo focado em jornalismo regional, segurança pública e temas de interesse social.
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