Uma adolescente de 14 anos procurou a polícia após relatar ter sido vítima de estupro no Réveillon no Parque Anauá, em Boa Vista. O registro da ocorrência foi feito na quinta-feira (1º) e o caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Segundo o depoimento, a jovem mora sozinha no bairro Nova Canaã e saiu de casa na noite de 31 de dezembro para participar das comemorações de Ano-Novo realizadas no parque.
Estupro no Réveillon no Parque Anauá: relato da adolescente à polícia
De acordo com a adolescente, durante a permanência no evento ela teria consumido bebida alcoólica e feito uso de substâncias ilícitas. Em determinado momento, afirmou ter perdido a consciência, não conseguindo lembrar do que ocorreu em seguida.
Perda de memória e suspeita de violência sexual
A jovem relatou que não se recorda de como retornou para casa. Ao acordar no dia seguinte, começou a se sentir mal fisicamente e emocionalmente, levantando a suspeita de que poderia ter sido vítima de violência sexual, sem conseguir identificar o autor do possível crime.
Caso é investigado pela Delegacia da Mulher
Ainda conforme o relato, a adolescente afirmou que tentou buscar apoio da mãe, mas disse ter sido ignorada e bloqueada nas tentativas de contato. Diante da situação, ela foi encaminhada à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, onde recebeu acolhimento e teve início o acompanhamento legal e psicossocial.
Procedimentos adotados
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Registro da ocorrência de estupro no Réveillon no Parque Anauá
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Encaminhamento para exames periciais
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Acompanhamento psicológico
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Abertura de investigação policial
As autoridades informaram que o caso de estupro no Réveillon no Parque Anauá segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e identificar possíveis responsáveis.
Onde ocorreu o suposto crime?
Durante as comemorações de Réveillon no Parque Anauá, em Boa Vista.
Quem investiga o caso?
A investigação está a cargo da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
A vítima conseguiu identificar o suspeito?
Não. A adolescente relatou perda de consciência e não conseguiu identificar o autor.
